Manaus – Elisabeth Valeiko, primeira-dama do município de Manaus, tentou entrar por volta das 16h de domingo (08), no CDPM para onde Alejandro foi transferido na tarde de sábado (07), após deixar a UTI de um hospital particular de Manaus.
A unidade prisional fica no quilômetro 8 da BR-174 (Manaus- Boa Vista), onde a primeira dama tentou “furar fila” para visitar o filho, a atitude gerou revolta nas outras mulheres que aguardavam na fila do lado de fora desde as 05h.
Elisabeth chegou ao CDPM em um carro modelo SW4 na companhia de uma advogada ela passou pela portaria escoltada por dois policiais que estavam no Corolla branco. A mulher do prefeito teve sua entrada proibida, pois a mesma não possui cadastro de visitante.
Em nota a Secretaria de Administração Penitenciária – SEAP informou que a
primeira dama Elisabeth Valeiko, foi impedida de entrar no Centro de Detenção Provisório
Masculino 1 (CDPM1), no domingo (08/12), ao tentar burlar a segurança da
unidade para visitar o seu filho, Alejandro Molina Valeiko, que está custodiado
desde sábado (07/21).
A Coordenação do Sistema Prisional (Cosipe) da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) detectou a presença e proibiu a entrada no estabelecimento penitenciário, uma vez que a mesma não possui cadastro de visitante. Ela também levava um bolo e um salgado, os quais não puderam ser entregues ao filho, pois a entrada de comida externa está proibida desde o mês de julho, em cumprimento à Portaria Interna n. 072/2019.
A Seap informa que os visitantes do sistema prisional devem realizar o cadastro por meio do aplicativo Visita Legal ou pelo site www.visitalegal.am.gov.br, em seguida os familiares devem agendar na Central de Atendimento às Famílias, localizada na Rua Gabriel Salgado, s/n, Centro, para apresentação dos documentos (original e cópia) e aguardar a liberação da unidade para realizar a visita no final de semana.
Em relação aos policiais militares que faziam a escolta da primeira dama, a Seap informa que comunicará o fato à corregedoria do sistema para apurar suas condutas. A Seap reitera que não há privilégio no atendimento as visitantes do sistema prisional.
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