A trágica morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, após ser lançada de uma altura de 40 metros, sem a corda de segurança, da Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), causou uma comoção geral em testemunhas e nas redes sociais.
Em entrevista recente, a enfermeira Rayza Dias, que estava como turista na área do salto, revelou que desceu por uma ribanceira íngreme e coberta de barro para prestar os primeiros socorros à vítima, avaliando os sinais vitais.
“Lá é uma ribanceira e tem só uma corda pra gente descer, eu estava toda cheia de barro”, começou ela, em conversa com o Domingo Espetacular, da Record.
A tentativa de salvamento
Ainda no bate-papo, a profissional da saúde contou como Maria Eduarda estava: “Vi que ela estava com uma respiração ofegante e olhei a pupila dela, que, infelizmente, estava dilatada, as duas, e vi pulsação… estava bem fraco, mas ela ainda tinha pulsação”, enumerou, antes de completar:
“Eu ainda conversei com ela. Tenho mania de brincar e falar ‘ninguém morre no meu plantão’. Ainda falei pra ela: ‘Duda, ninguém morre no meu plantão’, mesmo que eu não estivesse de plantão ali”, recordou.
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