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25 de junho de 2026
Manaus tem a 3ª maior seca já registrada e está a 28 cm da vazante histórica
Amazonas
25 de junho de 2026

Manaus tem a 3ª maior seca já registrada e está a 28 cm da vazante histórica

Manaus registra a terceira maior seca da história da capital, nesta sexta-feira (13). Com o Rio Negro em 13,91 metros, a cidade está a 28 centímetros da vazante histórica, registrada em 2010, quando o rio chegou a descer para 13,63 metros. 

A capital é uma das 60 cidades do Amazonas afetadas pela seca severa deste ano. Apenas dois municípios do estado estão em normalidade: Presidente Figueiredo e Apuí.

A caminho da maior vazante da história da capital, com cota desta sexta, o Rio Negro atinge a terceira maior seca da cidade desde 1902, ano em que começou o monitoramento no Porto de Manaus, onde uma régua mede o nível das águas diariamente.

Em 2010, na mesma data, o rio media 15,45 metros. Isso significa que o nível estava 1,54 metro mais alto. 

Veja o ranking das secas na capital, conforme dados do Porto de Manaus:

  1. 13,63 (2010) 
  2. 13,64 (1963) 
  3. 14,2(1906) 
  4. 14,34 (1997)
  5. 14,42 (1916)
  6. 14,54 (1926)
  7. 14,74 (1958)
  8. 14,75 (2005) 
  9. 14,97 (1936)
  10. 15,03 (1998)
  11. 15,04 (1909)
  12. 15,06 (1995) 
  13. 15,62 (1915) 
  14. 15,69 (1948
  15. 15,74 (1950)
  16. 15,86 (2009)
  17. 15,92 (2015) 
  18. 15,96 (1961 e 2012)

Manaus em emergência 

A seca do Rio Negro fez Manaus decretar situação de emergência, no dia 28 de setembro deste ano. Com a vazante, lagos e igarapés que cortam a cidade estão secando. Segundo a prefeitura, a estiagem afeta comunidades ribeirinhas, que sofrem com falta de alimentos e de água potável.

Seca no Amazonas 

Até o momento, 42 municípios do Amazonas estão em situação de emergência, 18 cidades de alerta, 0 em atenção e 2 em normalidade. 

Segundo a Defesa Civil estadual, Presidente Figueiredo e Apuí são os únicos municípios que continuam sem problemas de acesso, por isso, não entram para a lista de atingidos pela estiagem.

Em todo o estado, 273 mil pessoas, de 68 mil famílias, estão sendo afetadas pela vazante.

Informações G1 Amazonas/ Foto Divulgação

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