MANAUS – Durante inspeção realizada no último sábado (18), o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) constatou a ausência de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), equipamentos para a estruturação integral de leitos de UTI e medicamentos, no recém-inaugurado Hospital de Retaguarda da Nilton Lins.
A Procuradora-Geral de Justiça, Leda Albuquerque, informou que a inspeção foi realizada por membros do Gabinete de Crise do MPAM. A promotora Silvana Nobre Cabral declarou que a inauguração do Hospital de Retaguarda Nilton Lins foi simbólica.
“Leitos de UTIs ainda não estão em funcionamento, setores ainda estão sendo arrumados, máquinas sendo montadas e testadas, EPIs e medicamentos insuficientes, ausência de toalheiros, dispensar de sabonetes líquidos”, contou Silvana. “Continuamos a questionar a razão de o Estado não utilizar os leitos clínicos do Hospital Delphina, do Hospital Getúlio Vargas, da Beneficente Portuguesa. Pacientes precisam de estruturas funcionantes na totalidade”.
A unidade de saúde iniciou as atividades com 50 leitos clínicos e 16 de UTI, e busca insumos e recursos humanos para alcançar a capacidade máxima da unidade, de 400 leitos.
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