Manaus- Nas primeiras horas desta quarta-feira (2), a equipe da Polícia Federal realiza uma operação por supostas irregularidades durante a construção do hospital de campanha, Nilton Lins, usado durante no enfrentamento da Covid-19. O governador Wilson Lima (PSC) é um dos alvos.

Conforme informações entre os nomes citados para mandados de prisão está o secretário de Saúde Marcellus Campêlo, a busca foi feita em dois endereços mas ele não foi encontrado. A operação já deteve Sérgio José Silva Chalub, Rafael Garcia da Silveira, Frank Andrey Gomes de Abreu, Carlos Henrique Alecrim John.

Durante a operação, a PF cumpre 19 mandados de busca e apreensão, sendo 6 de prisão temporária ordem expedida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). As buscas estão sendo realizadas em Manaus e Porto Alegre.
De acordo com o advogado José Carlos Cavalcante do empresário Nilton Costa Lins Júnior afirma que não houve autorização para acompanhar as buscas, também relata que houve disparos de tiros efetuados.
Nota de Esclarecimento Governo do AM
O Governo do Amazonas informa que é de total interesse do Estado que os fatos relacionados às investigações em curso na área da saúde sejam esclarecidos. O governador Wilson Lima reitera que, desde o início da pandemia de Covid-19, sua gestão está voltada a preservar a saúde do povo do Amazonas e a salvar vidas, tendo determinado aos gestores estaduais que empreguem todos os esforços possíveis com esse objetivo, sempre pautando as ações públicas pelos princípios da legalidade e da transparência.
Desta forma, todos os investimentos feitos pelo Estado no enfrentamento da pandemia têm obedecido os trâmites legais de contratação de bens e serviços, sendo acompanhados de perto inclusive pelos órgãos de controle e também com prestação de contas sobre os gastos rigorosamente detalhados no Portal da Transparência.
O governador Wilson Lima reafirma que se mantém à disposição das autoridades competentes para esclarecimentos sobre as ações de seu governo e reitera que está convicto de que não cometeu qualquer ilegalidade e que confia na Justiça.
Fonte: G1 Amazonas
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