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25 de julho de 2026
PMs envolvidos em ação que deixou universitário morto em Manaus são afastados das ruas
Polícia
25 de julho de 2026

PMs envolvidos em ação que deixou universitário morto em Manaus são afastados das ruas

Os policiais militares envolvidos na ação que deixou o universitário Marco Aurélio Winholt Castro, de 20 anos, morto foram afastados das ruas. O jovem, que cursava Relações Públicas na Universidade de Federal do Amazonas (Ufam), morreu após ser baleado nas costas, em Manaus.

O caso aconteceu na noite de sexta-feira (6), na comunidade Raio de Sol, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus.

Depois da morte do estudante, a Polícia Militar do Amazonas (PMAM) informou, em nota, que policiais militares tinham ido ao local após receberem uma denúncia de que homens armados estavam entrando em residências e ameaçando moradores.

De acordo com a polícia, os suspeitos fugiram, quando perceberam a presença dos PMs. “Em seguida, os policiais identificaram um cidadão baleado, prestaram socorro e o conduziram para o Hospital e Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio, na Zona Leste, onde a vítima veio a óbito”, disse a Polícia Militar, na nota.

A vítima era Marco Aurélio Winholt. De acordo com testemunhas, os PMs efetuaram dois disparos quando chegaram à comunidade, e um deles atingiu as costas do universitário.

Nesta quarta-feira (11), a PMAM afirmou que os policiais envolvidos na ocorrência foram afastados dos serviços nas ruas. Segundo a corporação, as armas deles também foram recolhidas. A polícia ainda não informou de onde partiu o tiro que matou o jovem.

Conforme a PM, um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado pelo comando da PMAM para apurar o caso, que também está sendo investigado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e acompanhado pela Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública.

“Um afastamento total das funções dos agentes só poderá ser realizado pela instituição após a finalização do IPM, caso seja comprovada algum tipo de conduta ilícita por parte dos policiais militares”, disse a nota.

*Com informações G1 Amazonas 

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