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30 de setembro de 2026
Polícia Civil deflagra Operação Universo Imaginário com intuito de fiscalizar pirataria de produtos infantis
Polícia
30 de setembro de 2026

Polícia Civil deflagra Operação Universo Imaginário com intuito de fiscalizar pirataria de produtos infantis

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor (Decon), em conjunto com a Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM) e o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-AM), deflagraram, ao longo de quarta-feira (27/), a Operação Universo Imaginário, com objetivo de apurar a pirataria de produtos infantis e defender os direitos autorais dos personagens de uma empresa internacional deste segmento.

De acordo com o delegado Eduardo Paixão, titular da unidade especializada, a ação policial foi realizada em um shopping situado na avenida Djalma Batista, bairro Chapada, zona centro, e em estabelecimentos comerciais localizados no bairro Parque 10 de Novembro, zona centro-sul. As diligências tiveram como intuito averiguar o crime de pirataria, após receber representação criminal do representante da empresa, sediada em São Paulo.

“Os consumidores e comércios que vendem os produtos originais denunciaram para as marcas oficiais, e estas denunciaram às polícias estaduais e órgãos de defesa do consumidor”, disse o delegado.

Paixão relatou também que as equipes flagraram duas lojas com dezenas de produtos piratas à venda, sem registro e sem autorização para comercialização dos personagens infantis, oferecendo verdadeiro risco à integridade dos consumidores, com produtos que simulavam o original.

“Flagramos cerca de 481 produtos falsificados, entre eles camisetas, moletons, bolsas, chaveiro, broche, cadernos, bonecos e coletes, ostentando as marcas internacionais. Autuamos o estabelecimento e apreendemos os produtos falsificados, para periciar e posteriormente descartar”, afirmou o titular.

Orientação

A autoridade policial orienta os consumidores e os comerciantes vizinhos a denunciar oficialmente no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) das marcas oficiais, sempre que identificarem a venda de produtos piratas em lojas, bem como a não adquirir mercadorias falsificadas.

“Além de afetar o comércio legal, a pirataria contribui para a redução da arrecadação de impostos, redução da criação de empregos, incentivo ao crime organizado e a baixa qualidade de produtos, podendo acarretar acidentes, intoxicações e outros problemas aos consumidores”, informou Paixão.

Procedimentos   

Os proprietários das lojas responderão por fraude no comércio, crime contra relação de consumo, crime de sonegação fiscal, crime contra consumidor e crime contra o registro de marca.

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