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29 de junho de 2026
<strong>Professor carimba alunos para não repetirem merenda na escola</strong>
Brasil
29 de junho de 2026

Professor carimba alunos para não repetirem merenda na escola

De uma forma diferente, para controlar o lanche dos alunos, um professor de geografia do Centro Educacional (CED) 03 de Planaltina costuma carimbar os alunos, para que eles não repitam a merenda. Após o caso ganhar repercussão, uma investigação deverá ser instaurada pela Corregedoria da Secretaria de Educação do Distrito Federal. 

De acordo com relatos, a atitude por parte do professor Saimon Freitas Cajado Lima, teria causado constrangimento aos alunos. Conforme a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, uma equipe da pasta foi até a escola para apurar as informações sobre o caso. O relatório será enviado para a corregedoria. “Isso gerou um enorme constrangimento aos estudantes, o que considero inaceitável. Também serão verificados possíveis abusos ou omissão por parte da gestão da escola”, afirmou Hélvia.

Ainda segundo informações, o diretor da escola teve conhecimento sobre o caso na última segunda-feira (05), após receber denúncia por meio da Ouvidoria. Já a secretária Hélvia Paranaguá, disse que só tomou conhecimento sobre a situação nesta sexta-feira (09). A equipe da Secretaria de Educação conferiu o abastecimento de alimentos no CED 03 de Planaltina, a qual recebe alimentos todas as segundas-feiras, segundo Hélvia.

Repúdio

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e a secretária de Educação, repudiaram o caso. A história foi revelada pelo G1 e TV Globo, nesta sexta-feira (09), e confirmada pelo Metrópoles.

“Pedi providências imediatas para a Secretaria de Educação para resolver esse absurdo, que não pode acontecer em nenhuma escola. É inadmissível”, afirmou o governador no Twitter.

Hélvia Paranaguá afirmou: “A criança está na escola e precisa receber alimentação saudável. Temos prezado, sim, uma alimentação de excelência para os nossos estudantes. Então, deslocamos uma equipe até a escola para verificar a situação, o que realmente aconteceu e, se for necessário, vamos punir os envolvidos nessa história. Não aceitamos, de forma alguma, qualquer constrangimento a qualquer aluno que seja da rede pública de ensino”.

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